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Lendas e Histórias

Uma Breve Aventura

(texto publicado originalmente no "10d6", extinto blog do autor desse artigo)

Esse post começou a ser escrito há um mês e só foi terminado agora. Decidi publicá-lo, mesmo com todo o atraso, afinal de contas, é um relato da última vez que mestrei para a galera.

Não foi no final de semana passado que tiramos a campanha em Porto Livre da pausa. Eu até estava empolgado, mas uma repentina missão do nosso pirata nos atrapalhou. Porém, atendendo a um pedido de nosso amigo Boi, decidi mestrar uma aventura rápida. A idéia foi prontamente aceita pelo resto da galera, então marcamos para o sábado à tarde. Enfim eu iria mestrar de verdade...

PERSONAGENS

Decidi que eu mesmo faria os personagens, para evitar perda de tempo no dia do jogo e que os jogadores tirariam na sorte quem iriam controlar. Optei por excluir da lista o guerreiro, o mago, o clérigo e o ladino, o que me deixou as outras sete opções do Livro do Jogador. Construí todos os personagens com os mesmos parâmetros: 3º nível, atributos e recursos idênticos. Equilíbrio total. No dia do jogo, após o sorteio, a mesa se configurou da seguinte maneira:

   

Perdidos em Porto Livre

(texto publicado originalmente no "10d6", extinto blog do autor desse artigo)

Após longas férias (final de ano é fogo), fui acometido por uma arrebatadora vontade de mestrar, então decidi voltar. Mas surgiram alguns problemas...

Dessa vez, eu não podia contar com jogadores importantes da minha última campanha, então tive que descartá-la, ao menos por enquanto. Precisava montar um grupo novo. Recrutei dois jogadores habituais e convidei um novo, formando assim, um grupo com: Meloso, Alan e Boi (nosso convidado).

Porém, meus problemas não acabavam por aí. Eu estava com muitas idéias na cabeça para uma nova campanha, mas não tinha tempo para isso. As aulas do Boi começam em fevereiro, então tive que providenciar algo mais rápido. Optei então por uma aventura pronta, que comprei no ano passado: a trilogia Porto Livre. Ela foi muito bem recebida pela crítica e veio a calhar, pois é curta e nela posso enfim experimentar a classe que eu vinha desenvolvendo há um bom tempo: o pirata.

Ficou decidido que jogaríamos em minha casa dessa vez. Depois de alguns telefonemas e acertos de data e horário, fomos ao jogo, no dia 16 de janeiro. De lá para cá, já jogamos duas sessões e os personagens já atingiram o terceiro nível. As aventuras estão com um bom ritmo e a essa altura já estamos quase na metade do segundo livro.

Usarei esse espaço para falar um pouco dessa aventura. Por motivos óbvios, não vou contar detalhes da trama, me atendo apenas a fatos isolados e/ou curiosos.

 

   

First Things First

(entrevista publicada originalmente no "10d6", extinto blog do autor desse artigo)

Desde que comecei a pensar neste blog, passando pela escolha de seu nome e a criação de seu formato e aparência, muitas idéias têm surgido. Ainda tenho dúvidas sobre quais delas são boas e quais são ruins... Porém uma coisa é certa: elas ainda estão meio confusas. E foi sentindo a necessidade de organizar essas idéias em minha cabeça que me ocorreu a mais óbvia de todas elas... First things first!

Então decidi buscar as origens do RPG matonense, usando para tanto a própria história de nosso grupo. E não há alguém melhor para contar essa história que os irmãos Nelsinho e Nélio Ciofi e seu amigo Fernando “Perereca†Fonseca, jogadores pioneiros da cidade de Matão. Por isso, como post inaugural, tenho o orgulho de apresentar uma entrevista concedida pelos mesmos, no local onde tudo começou: a velha garagem da casa do Sr. Nelson Torquato.

Marquei a entrevista para as nove horas da noite. Passei para pegar meu entrevistado batráquio e rumamos para a casa do Nelsinho. Chegando lá, todos estavam frente ao monitor do computador, pra variar. O Allan, um outro jogador das antigas, também estava lá: minha entrevista acabara de ganhar um novo convidado. Pegamos um litro de refrigerante e sentamos a mesa. O Nélio acendeu um cigarro e a entrevista começou.

   
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